Digital Graffiti Wall + Stencils from Alex Beim on Vimeo.
made with openFrameworks from openFrameworks on Vimeo.
openframeworks.cc


Intriguing work by sculptor, artist, photographer Olafur Eliasson, born in Copenhagen and now residing in Berlin.

O vídeo, em inglês, conta a história de toda a concepção da loja, narrado por quem fez e mostrando que o que parece simples quando é visto pronto, foi justamente ultra complexo de ser feito. God and the Devil are in the details.
Via | @cmerigo [b#9]
Quando a TV surgiu, não matou o rádio. A TV a cabo não acabou com a TV convencional. Até hoje, nenhuma mídia nova acabou com a anterior. Por isso, concluímos que será sempre assim!
Analisando um pouco mais a fundo as características de cada um desses meios, podemos enxergar um horizonte desafiador para as mídias tradicionais, a começar pela própria forma como essas mídias são consumidas.
Quando analisamos a mídia impressa, vemos que seu consumo é editável, com o consumidor selecionado no veículo a informação que deseja absorver. Ele pode iniciar a leitura indo direto para o “Caderno de Enocomia”, ou para sua coluna de esportes preferida. O consumidor decide como ler, em que sequência, e escolhe o momento em que deseja acessar a informação. Em contrapartida, tanto jornais quanto revistas não possibilitam o consumo instantâneo da informação: trazem em suas páginas notícias de ontem, análises da semana passada e até anúncios criados e produzidos há um mês.
Já a mídia eletrônica é instantânea, com a notícia chegando praticamente em tempo real pelas edições extraordinárias dos telejornais ou pelo ouvinte repórter que dá a dica do trânsito pelo rádio. Mas seu consumo não pode ser editado; o consumidor não pode ouvir a notícia do trânsito no exato momento em que deseja, nem assistirá novela na hora em que tem tempo disponível para tal. Se está no carro, preso no trânsito, e quer saber a previsão do tempo para o fim de semana, precisa navegar pelo dial do rádio até que, por sorte, encontre a informação.
Por isso, mídias impressa e eletrônica sempre foram consideradas complementares e não substitutivas.
A mídia digital (internet), por sua vez, consegue a proeza de ser instantânea e editável ao mesmo tempo. Essa possibilidade de aliar escolha e simultaneidade num só veículo é um fenômeno inédito na história das mídias. Ela dá as informações que o consumidor quer, na hora em que ele tiver vontade de acessá-las. A internet permite aliar comunicação, informação e transação num só veículo. É uma revolução nos métodos de gerar e gerir informação e apresenta características inéditas no cenário da comunicação.
A internet sacode o conceito de mídia de massa, ligando milhões de pessoas, simultaneamente, cada uma fazendo uma coisa diferente da outra. Não é, portanto, uma nova mídia. É uma experiência profundamente diferente. Trata a internet como mídia de massa não faz nexo com sua forma de consumo individualizada e interativa. A internet trata de opção, liberdade e controle. E quem tenta aplicar nela as mesma técnicas e teorias da mídia de massa é considerado um intruso. A internet inverte a lógica tradicional da publicidade. Os caçadores viram caça.
Todas essas características fazem com que seu impacto seja inédito na história da humanidade, e as conseqüências de sua expansão, únicas e totalmente inesperadas. Basta dizer que, atualmente, no mercado brasileiro, a publicidade no meio digital já cresce a uma velocidade três vezes maior do que nas mídias tradicionais. E em alguns países da Europa, o investimento publicitário em internet chega a ultrapassar o realizado no meio televisão.
Trecho do capítulo Paradigma: O espanta-nexo do livro O Marketing na Era do NEXO de Walter Longo e Zé Luiz Tavares.